Sobre o quê?
Um sonho sempre me acompanhou: a invisibilidade. Mas confesso que tenho medo da indiferença e do esquecimento. Por isso, acho, nunca tentei realizar esse sonho. Mas sei que um dia esse esquecimento se encarregará da minha existência. E o que será dos meus sonhos? Que será dos meus desejos? Quem se importa? Já não serei algo a se preocuparem.
Por isso nunca busquei a visibilidade. Talvez pra não inventar o que esquecerem. Andar só, engolido pela multidão, me coloca diante desse futuro em que não farei diferença a qualquer dos existentes. E é por isso que aproveito todas as sensações que me cabem. Amo, exagero, extrapolo, praguejo e me arrependo. Tudo dentro do jargão de 2009: sem limites. E também faço proveito de sentimentos condenáveis. Pois a sua fama faz a minha inveja.
Por isso nunca busquei a visibilidade. Talvez pra não inventar o que esquecerem. Andar só, engolido pela multidão, me coloca diante desse futuro em que não farei diferença a qualquer dos existentes. E é por isso que aproveito todas as sensações que me cabem. Amo, exagero, extrapolo, praguejo e me arrependo. Tudo dentro do jargão de 2009: sem limites. E também faço proveito de sentimentos condenáveis. Pois a sua fama faz a minha inveja.


1 Comentários:
sem limites susse barra bem loco!
adorei esse! =P
hauhauahuhaua
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