sexta-feira, 8 de maio de 2009

Amores pederastas e incestuosos

Aquele sempre havia sido um péssimo casal. A constante felicidade, carícias e sorrisos só existiam em público. Em casa, o que reinava era a solidão. Dificilmente dividiam o mesmo cômodo da casa, salvo na hora de dormir, pois seria admitir o fracasso dormirem em camas separadas. Dificilmente conversavam sem que isso terminasse em briga, ofensas às mães e um ou outro tapa e soco, só pra cumprir os protocolos. Ele adorava brigar em casa, pois conseguia assim o álibi pra bater a porta e ir à rua, divertir-se com sua pederastia passiva. E ela, ao primeiro sinal de liberdade, descia ao apartamento de seu pai (dois andares abaixo), que foi a única pessoa que a fez sentir-se mulher, desde os treze anos de idade.

0 Comentários:

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]

<< Página inicial