Amores pederastas e incestuosos
Aquele sempre havia sido um péssimo casal. A constante felicidade, carícias e sorrisos só existiam em público. Em casa, o que reinava era a solidão. Dificilmente dividiam o mesmo cômodo da casa, salvo na hora de dormir, pois seria admitir o fracasso dormirem em camas separadas. Dificilmente conversavam sem que isso terminasse em briga, ofensas às mães e um ou outro tapa e soco, só pra cumprir os protocolos. Ele adorava brigar em casa, pois conseguia assim o álibi pra bater a porta e ir à rua, divertir-se com sua pederastia passiva. E ela, ao primeiro sinal de liberdade, descia ao apartamento de seu pai (dois andares abaixo), que foi a única pessoa que a fez sentir-se mulher, desde os treze anos de idade.


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